Posted on 1830 May 2012 by FernanV in Top Stories
Associated Press
O presidente francês Nicolas Sarkozy, ao centro, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, aplaudem durante congresso em Marselha, na França.
Governos europeus e investidores aguardam um veredicto sobre o acordo obtido na reunião de cúpula do fim da semana passada. O veredicto deve vir da única instituição que eles acreditam ser capaz de deter a crise da dívida da zona do euro: o Banco Central Europeu.
Em um acordo finalizado na sexta-feira, os 17 governos da zona do euro e, potencialmente, outros dos 27 países da União Europeia concordaram com uma maior centralização de seus orçamentos e com a punição automática para os que ultrapassam seu orçamento nacional.
Muitos investidores alertaram que, apesar dos progressos obtidos, a crise da região está longe de ser resolvida. “Houve progressos, mas não o suficiente para se constituir em uma solução satisfatória” da crise da dívida, disse John Lonski, economista-chefe do Grupo de Pesquisa de Mercado de Capitais da Moody’s Analytics.
Mujtaba Rahman, analista da Europa na consultoria novaiorquina Eurasia Group, disse em nota aos clientes que ainda permanece “uma série de riscos e de desafios de implementação”. Para começar, o acordo é um novo arranjo entre até 26 governos, pois o Reino Unido se recusou a apoiar uma alteração no tratado para toda a UE. O acordo exigirá a ratificação dos parlamentos nacionais – e um possível referendo na Irlanda.
A cúpula desapontou alguns analistas, por não reforçar substancialmente os fundos da zona do euro para socorro financeiro – embora prometendo um aporte extra de 200 bilhões de euros para o FMI.
Por insistência da Alemanha, o acordo também descartou, por enquanto, iniciativas para emitir títulos comuns da zona do euro – o que seria uma maneira de agrupar os recursos dos governos mais fortes e mais fracos. Berlim também conseguiu excluir ligações diretas entre os fundos de resgate do euro e o BCE, o que teria dado aos fundos um poder de fogo substancialmente maior.
Em um esforço para incentivar os investidores, os líderes concordaram em suavizar sua insistência de que os investidores privados deveriam assumir prejuízos nos futuros pacotes de socorro da zona do euro. Essa medida acrescenta credibilidade à insistente afirmação deles de que a Grécia, que já negocia um acordo acarretando perdas para os portadores de títulos, é um caso à parte.
Rahman diz que qualquer que seja o veredicto do BCE, é improvável que o banco o anuncie. Em vez disso, o mais importante é saber se o BCE vai começar a comprar mais agressivamente os títulos da Itália e Espanha, em um esforço para reduzir o custo dos empréstimos desses países.
Mario Draghi, presidente do BCE, disse a repórteres na sexta-feira que o acordo foi uma “boa base” para um pacto fiscal, mensagem que ele já havia transmitido aos líderes da zona do euro em conversas privadas, segundo disseram autoridades da UE.
Os governos da zona do euro também estão à espera de outro veredicto: o das firmas de classificação de crédito. No início deste mês, a Standard & Poor’s disse que iria reexaminar todos os governos da zona do euro que ainda não estão sob revisão para um potencial rebaixamento.
Essa lista incluiu a Alemanha, considerada a economia mais forte, mas também a França, o país que, segundo analistas, corre maior perigo de perder sua cobiçada classificação AAA.
A mídia alemã caracterizou o resultado da cúpula como uma clara vitória da premiê Angela Merkel, que deixou o Reino Unido marginalizado. “Merkel tem sucesso – Grã-Bretanha isolada”, dizia a primeira página da edição de final de semana do importante diário alemão Süddeutsche Zeitung.
Mas Mats Persson, diretor da Open Europe, centro de estudos londrino cético em relação ao euro, disse que veto da Grã-Bretanha a uma alteração do tratado da UE favorecia o presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Sarkozy tinha se oposto a uma mudança de grande porte no tratado, segundo diplomatas, porque isso passaria os centros de poder das capitais nacionais para a Comissão Européia, o órgão executivo da EU, e o Tribunal Europeu de Justiça.
A situação também ofereceu uma oportunidade para Sarkozy avançar em uma ambição francesa de longa data: a proposta de uma união menor, sem a Grã-Bretanha e sem alguns países da Europa Oriental, na qual a França teria mais influência.
Para as empresas em toda a UE, os analistas dizem que isso poderia levar a um enfraquecimento do impulso em direção a um mercado único – a única realização da UE que os britânicos parecem apreciar.
“A Grã-Bretanha está tão isolada como sempre esteve nos 25 anos em que tenho acompanhado a UE”, disse Charles Grant, diretor do Centro para a Reforma Europeia, que é pró-UE. “Se eu fosse apostar dinheiro nisso agora, diria que a Grã-Bretanha vai sair da UE nos próximos 10 anos.”
Na reunião de cúpula, o primeiro-ministro britânico David Cameron vinculou seu apoio para alterar o tratado a condições que protegem a City de Londres, o lucrativo setor financeiro britânico. Mas Cameron não obteve concessões nem apoio entre os 26 outros líderes. “É desastroso para a City”, disse Grant. “Agora é mais provável que os 26 vão se unir contra a Grã-Bretanha acerca da regulamentação financeira.”
A Grã-Bretanha não estava sendo convidada a participar de uma união fiscal com controles mais rígidos. Foi apenas solicitada a concordar em que os outros participassem. Mas mesmo isso foi um problema para Cameron, pois teria exigido uma votação na Câmara dos Comuns.
Por causa de uma provável rebelião na ala euro-cética do seu Partido Conservador, Cameron provavelmente teria que contar com o apoio do Partido Trabalhista, de oposição, causando sério constrangimento político.
Cameron disse na sexta-feira que sua decisão, que aparentemente aumentou sua popularidade em seu país, não foi o início de um processo de desvinculação da União Europeia, e deverá repetir esse ponto de vista no Parlamento, segundo uma pessoa a par do assunto.
Segundo uma pesquisa publicada domingo no jornal britânico “The Daily Mail”, 62% disseram que Cameron fez bem em exercer seu direito de veto a um tratado relativo à UE, e 19% discordaram. A pesquisa on-line, feita pela Survation, entrevistou 1.020 pessoas.
“A UE agora sabe que este primeiro-ministro pode dizer ‘Não’”, disse John Redwood, ex-ministro conservador e euro-cético, em seu blog.
Ainda assim, a decisão de Cameron parece ter danificado as relações com seus parceiros no governo de coalizão do partido Liberal Democrata, mais pró-europeu. O vice-primeiro-ministro Nick Clegg disse à BBC que o veto foi “ruim para a Grã-Bretanha” e pode deixá-la “isolada e marginalizada”.
O acordo da cúpula da semana passada não é a única questão diante dos investidores na Europa. Eles também estão se focando mais na economia europeia. Os dados desta semana incluem números da atividade industrial da zona do euro, que, segundo analistas, devem revelar uma contração cada vez maior, e o ZEW, índice de negócios da Alemanha, muito acompanhado.
“Estamos flertando com o risco, se não com a certeza, de que a Europa está entrando em uma recessão”, disse Eric Upin, chefe de investimentos da Makena Capital, firma de investimentos em estilo endowment de Menlo Park, Califórnia.
(Colaboraram Javier E. David, Alistair MacDonald e Matthew Karnitschnig.)
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Posted on 1730 May 2012 by FernanV in Top Stories
The Hashemite Kingdom of Jordan is a small country with few natural resources, but it has played a pivotal role in the struggle for power in the Middle East.
The population at that time was largely made up of tribes which had taken part in the Great Arab Revolt against the Ottoman Empire. Today, those original inhabitants – known as East Bank Jordanians – are outnumbered by the descendants of Palestinian refugees from Israel and the West Bank. The first ruler of Jordan, the Hashemite Abdullah I, was born in Mecca and played a leading role in the Great Arab Revolt.
The death in February 1999 of King Hussein, who ruled for 46 years, left Jordan still struggling for economic and social survival, as well as regional peace.
His son, Abdullah II, who succeeded him to the throne, faces the task of maintaining stability while accommodating calls for reform. A blueprint for long-term political, economic and social change – known as the National Agenda – has yet to be implemented.
Jordan's reputation as one of the region's safest countries was dealt a blow in late 2005 when dozens of people were killed in suicide bomb attacks on hotels in the capital. Iraq-based Islamic militants claimed responsibility. The king said Jordan had been targeted because of its location and its stances.
Unlike many of the states in the region Jordan has no oil of its own. Its resources are limited to phosphates and agricultural produce. The economy depends largely on services, tourism and foreign aid, for which the US is the main provider. Jordan prides itself on its health service, one of the best in the region.
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Posted on 1730 May 2012 by FernanV in Top Stories
Teachers' pay in England and Wales could be linked to performance and set at different local levels, under proposals set out by the government.
The Department for Education has submitted the suggestions to the independent pay review board.
Education Secretary Michael Gove says he wants a system that can attract the highest quality teachers.
Teachers' unions have already raised the prospect of industrial action against plans for regional pay.
"Reform of the current pay system for teachers is fundamental to driving up teacher quality," said Mr Gove.
He rejected the current system as "rigid, complex and difficult to navigate".
The House of Commons education select committee recently called for a pay system that reflected the different contributions of school staff.
"We are concerned that the pay system continues to reward low-performers at the same levels as their more successful peers," MPs reported.
The Department for Education in Westminster submitted its proposals to the School Teachers' Review Body (STRB), which makes recommendations on teachers' pay for both England and Wales.
The timetable for the proposed changes would see the STRB responding in the autumn – with the secretary of state announcing a decision next year, which could apply from September 2013.
Mr Gove says that the quality of teaching is fundamentally linked to school standards – and that the pay structure should be designed to attract and reward the best staff.
But the suggestion of deregulation pay brought a wave of condemnation from teachers' unions, which say that it would be more likely to undermine than inspire teachers.
"Teachers are already suffering from pay freezes, job losses and increases in pension contributions – they now face pay cuts due to a policy based on ideology not evidence," said National Union of Teachers' leader Christine Blower.
The NASUWT teachers' union leader, Chris Keates, says the research evidence "demolishes the coalition government's case for local and regional pay".
The suggestions set out by the Department for Education are intended to create a stronger link between performance and reward.
It suggests options that could range from complete deregulation – where schools could create their own pay systems – to limited flexibility, with maximum and minimum pay bands.
The intention would be to allow schools more flexibility in using their budgets to target particular needs – whether for teachers in shortage subjects or as an incentive to keep the most effective staff.
It also raises the idea of different pay in different areas – with "local pay zones".
Mary Bousted, leader of the ATL teachers' union, questioned how an individual teachers' contribution could be fairly assessed.
She also highlighted a report earlier this week which argued that the international evidence did not show any clear link between performance-related pay for teachers and pupils' test results.
FernanV
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Posted on 1750 May 2012 by FernanV in Top Stories
The Housing Bank for Trade and Finance (HBTF) – Palestine to run Oracle’s latest technology; Oracle Database 11g and Oracle WebLogic Server 11g on its core banking software supplied by ICS Financial Systems Ltd. – ICSFS, the International leading provider of the banking and financial solution, ICS BANKS.
The migration process started in November 2011, and was accomplished in a record time of one month. After the migration process from distributed to centralised architecture, and from 10g to latest 11g and Weblogic, the bank went through a major upgrade of its technology, which included complete centralisation of its operations. The bank became the first of its kind in Palestine and Middle East to roll out a centralised core system with Oracle’s latest technology.
HBTF, which deployed ICS BANKS system in 1995, is enjoying now record processing levels.
Managing Director of ICSFS; Mr. Robert Hazboun expressed that the implementation of ICS BANKS latest version will positively contribute to the bank’s operational business and performance.
“HBTF is a long-standing client of ICSFS, and we are delighted to be part of the bank’s success for around seventeen years. As a result of the quick smooth and efficient process of running ICS BANKS on Oracle’s latest technology, the bank will continue fulfilling its customers’ needs and providing best financial products and services supplied by ICSFS.”
Meanwhile, HBTF’s Chief Information Officer said, “Moving to ICS BANKS centralised version on Oracle’s latest technology, HBTF has made an unprecedented achievement. We are proud to be the first bank in Palestine and Middle East to use this technology. This migration will deepen our customer relationships, keep us in pace with market trends, while reducing costs and enhancing revenue. We believe that ICSFS’ vast industry knowledge and expertise in the banking and financial sectors will offer us the opportunity to showcase our capabilities, products and services that suit our clients’ needs.”
ICS BANKS was also recognized as the first banking application to implement Oracle’s latest technology, Oracle Database 11g and Oracle WebLogic Server 11g, in Africa and the Middle East, and even among the first in the world.
ICS BANKS provides a complete suite of banking business modules with a rich sweep of functionality and features, addressing business needs and automating accounting processes, as needed, to improve a bank’s business performance. ICS BANKS has always been a pioneer in utilizing the latest technology to serve financial institutions. In addition to its embedded Service-Oriented-Architecture (SOA), the system is deployed in a multi-tiered setup that runs on a web thin client, J2EE environment.
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Posted on 1750 May 2012 by FernanV in Top Stories
Release Date: 05/03/2012Contact Information: Kris Lancaster, 913-551-7557, lancaster.kris@epa.gov
Environmental News
NEWS MEDIA ADVISORY
(Kansas City, Kan., May 3, 2012) – EPA Region 7 staff, St. Regis Catholic School students and Blue River Watershed Association staff will participate in an outdoor classroom wetland event May 8 at Swope Park in Kansas City, Mo.
During the event, EPA scientists will teach students about the importance of wetlands to the environment. Students will conduct wetland monitoring, remove invasive species and identify native species found in wetlands.
Swope Park is a 1,800-acre wooded park that houses the Kansas City Zoo, Starlight Theatre, Blue River Golf Course, Swope Memorial Golf Course, a Disc Golf Course, Swope Park Pool, picnic areas and a pond for fishing. Additionally, the Blue River winds through the park.
WHAT: EPA Region 7 environmental scientists teaching St. Regis Catholic School students about the benefits of wetlands and identification of native species
WHEN: 11:00 a.m. to 12:30 p.m., May 8, 2012
WHERE: Swope Park, 5600 E. Gregory Boulevard, Kansas City, Mo. 64132 (Intersection of Oldham Road and Gregory Boulevard)
WHO: EPA Region 7 Administrator Karl Brooks, EPA Region 7 environmental scientists, St. Regis Catholic School students and Blue River Watershed Association staff
This month marks the 21st anniversary of EPA’s American Wetlands Month. Throughout May, there will be a number of events scheduled across the country to educate, involve and engage Americans who want to better understand the value of wetlands. Wetlands provide critical habitat for plants, fish and wildlife; replenish and clean water supplies; provide recreational opportunities; and serve as sites for scientific research and education.
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Published by: United States Environmental Protection Agence (EPA) (
yosemite.epa.gov)
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Posted on 1650 May 2012 by FernanV in Top Stories
Jim Smith seguia aos trancos em sua picape por uma estrada empoeirada, para examinar a tropa de cavalos selvagens de que ele cuida há mais de vinte anos, perto dessa cidadezinha na região montanhosa de Ozarks, no Estado americano de Missouri.
Steve Hebert for The Wall Street Journal
Jim Smith passa na sua picape por um cavalo abandonado, à frente, pastando junto a cavalos selvagens.
A tropa, que teve início quando muita gente abandonou seus cavalos durante a Grande Depressão dos anos 30, está aumentando novamente. Agora, a situação econômica difícil está levando muitos donos de cavalos, já sem recursos para alimentá-los, a tentar dar a eles uma chance de sobreviver soltos na natureza.
Smith, que é dono de uma empresa de passeios equestres e captura muitos cavalos para limitar o tamanho da tropa e proteger os recém-abandonados dos perigos, julga que há uma solução que desagrada a muita gente: o matadouro.
“A indústria equestre está numa pior”, disse Smith, que tem 67 anos e anda com um um rifle e uma espingarda na sua picape. “Um cavalo velho, um cavalo aleijado, um cavalo indesejado, todos eles custam a mesma coisa para alimentar, e ninguém quer os animais; então as pessoas continuam abandonando-os por aqui. Até que haja um lugar para onde levá-los, a situação não vai melhorar.”
Para alívio de alguns e horror de outros, esse dia pode estar chegando. Há empresas planejando reviver a indústria do abate de cavalos em vários estados, inclusive Missouri, graças a novas regras que voltaram a liberar verbas federais para inspecionar as instalações.
Em 2006, o congresso americano, curvando-se aos grupos de defesa dos animais, cortou as verbas para as inspeções e, dessa forma, extinguiu na prática a indústria da carne equina nos Estados Unidos. Sem inspeção federal, os matadouros não podem enviar a carne de cavalo para a Europa e a Ásia, onde ela é consumida por pessoas. O último matadouro de cavalos do país fechou em 2007; até 1990, mais de 300.000 cavalos eram abatidos anualmente nos EUA.
O congresso mudou de rumo no ano passado, autorizando fundos para inspeções depois que o Escritório de Responsabilidade Governamental, ou GAO na sigla em inglês, concluiu que o fechamento dos abatedouros domésticos havia causado uma piora nas condições de vida dos cavalos, em parte por fazer com que mais cavalos fossem transportados por longas distâncias até os matadouros no Canadá e no México, sem descanso apropriado, água ou comida.
Um cavalo pode em geral render várias centenas de dólares no abate. De acordo com o relatório do GAO no ano passado, o fim da indústria nacional do abate derrubou em 20% os preços para todos os cavalos de baixa qualidade, enquanto as más condições econômicas cortou mais 5%.
Em 2009, os proprietários que não podiam pagar o custo médio anual de US$ 2.500 para cuidar de um cavalo também estavam tendo dificuldade para encontrar compradores. Aumentaram as denúncias sobre cavalos abandonados ou passando fome, e abrigos de animais em todo o país começaram a encher .
Em Eminence, um município de 600 habitantes 150 milhas a sudoeste da capital St. Louis, as pessoas vêm há décadas cuidando dos cavalos selvagens, que transitam ao longo do Rio Current no Ozarks National Scenic Riverways, um grande parque nacional. Depois que o parque tentou remover a tropa em meados dos anos 90, o congresso interveio e protegeu a tropa, mas limitou o seu número em 50.
Smith e seus colegas criaram a Liga de Cavalos Selvagens do Missouri para proteger os animais, que são bons para o turismo. Nos últimos cinco anos, o grupo manteve a população em 50 ao capturar, e adotar de graça, uns 40 cavalos abandonados. Alguns cavalos conseguem furar a rígida hierarquia social da tropa e ser aceitos. Outros menos bem-sucedidos aparecem mortos.
Em 26 de abril, Smith dirigiu sua picape lentamente por uma estrada de uma pista à procura da tropa. Uma das maiores fontes de receita dessa região é o turismo, e cavaleiros vêm de outras partes do país na esperança de avistar os cavalos selvagens. A uma hora da sua fazenda, Smith parou o veículo. “Aí estão eles”, disse ele, apontando para nove cavalos que pastavam num campo cercado de carvalhos e plátanos. Um pouco mais perto, ele viu um potro avermelhado. “Este foi abandonado”, disse ele. “Nós teremos que voltar para pegá-lo.”
Agora, com os cavalos abandonados se tornando um problema para comunidades de todo o país, há empresas pedindo autorização para reiniciar a indústria do abate. “Isso seria bom para a nossa economia”, disse Rick De Los Santos, porta-voz da Valley Meat Co., empresa que pretende abrir um abatedouro perto de Roswell, no Estado do Novo México, empregando pelo menos 50 pessoas.
Mas o plano enfrenta resistência. A governadora do Novo México, Susana Martinez, do Partido Republicano, escreveu uma carta no mês passado para o secretário da Agricultura, Tom Vilsack, demandando que a agência negue o pedido por causa da crueldade com os animais.
Os grupos de defesa dos direitos dos animais chamam o abate de cavalos de desumano. Os cavalos são seres sensíveis, dizem eles, e costumam tentar fugir durante o processo de abate. “Com frequência se golpeia um cavalo repetidas vezes na cabeça até deixá-lo inconsciente”, disse Nancy Perry, vice-presidente sênior da Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais.
Os que se opõem aos matadouros também sustentam que cavalos abandonados sempre podem encontrar um lar. “A maioria das pessoas adoraria ter um cavalo, e eis aqui gente usando-os e descartando-os como se eles não servissem para nenhum outro propósito que não gerar comércio”, diz Susan Wagner, presidente dos Amigos dos Equinos, que opera uma reserva de cavalos em Chatham, no Estado de Nova York.
Nos Ozarks, a paciência com os defensores dos direitos dos animais tem limite. Smith diz que ele teve muito trabalho adotando os cavalos que captura e não pode cobrar uma taxa para cobrir suas despesas. Enquanto isso, acidentes de carro envolvendo cavalos acontecem toda semana, segundo policiais rodoviários.
Os cavalos recém-abandonados, que são menos acostumados à vida selvagem, também tendem a invadir quintais e campos particulares mais agressivamente.
“Eu não conheço nenhum cavaleiro que não acha que os abatedouros devam ser reabertos”, disse Phil Moss, que mora na vizinha Ellington e ajudou a construir um curral para os cavalos recém-abandonados na sua propriedade, depois que eles começaram a pastar lá. “Nós precisamos fazer algo bem rápido.”
FernanV
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Posted on 1552 May 2012 by FernanV in Top Stories
NUEVA YORK (Dow Jones)–El consumo mundial de crudo se incrementará en un 1,3% en el trimestre en curso a 88,13 millones de barriles diarios, debido a que la demanda desde China y otras naciones en desarrollo compensarán una caída en las principales naciones industrializadas, según una proyección publicada el martes por la Administración de Información de Energía de Estados Unidos, o EIA por sus siglas en inglés.
El informe de la EIA muestra que la demanda de naciones miembro de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos, OCDE, como Estados Unidos, caerá un 1,7%, o 740.000 barriles diarios, frente a un año atrás. En la proyección de abril, el informe de la EIA mostró que la demanda de los países OCDE se mantendría prácticamente sin variación en la comparación interanual.
La proyección de demanda global del segundo trimestre incluye una revisión a la baja en la demanda global del segundo trimestre de 2011 de 170.000 barriles diarios y un descenso de 270.000 barriles diarios frente a la proyección de abril para el trimestre en curso.
La demanda de países no miembros de la OCDE en el trimestre subiría un 4,5%, o 190.000 barriles diarios, frente a un año atrás.
Se espera que la demanda de China, el segundo mayor consumidor mundial de petróleo tras Estados Unidos, aumente un 4% o 390.000 barriles diarios frente a igual período de 2011. Esta proyección incluye una revisión a la baja de 210.000 barriles diarios en la demanda del segundo trimestre de 2011 para China y una revisión a la baja de 320.000 barriles diarios para la proyección de abril para el trimestre en curso.
En 2012, el consumo global aumentaría un 1,1%, o 960.000 barriles diarios, a 88,88 millones de barriles diarios y el consumo de los países de la OCDE disminuiría en 360.000 barriles diarios en la comparación interanual.
FernanV
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Posted on 1430 May 2012 by FernanV in Top Stories
French left-wing party leader Jean-Luc Melenchon says he will run for the same seat as far-right rival Marine Le Pen in the forthcoming parliamentary polls.
Mr Melenchon says he will stand in the working-class town of Henin-Beaumont, near Calais, where Ms Le Pen resides.
Ms Le Pen's National Front won more than 30% of votes in the town in the first round of the presidential poll.
In that poll, Mr Melenchon won 11% of the vote, achieving fourth position behind Ms Le Pen.
"I am coming here because there is a battle which has a national significance and, if I may say so, an international one too because all eyes are upon us in Europe," Mr Melenchon, leader of the Left Front party, told supporters in Henin-Beaumont.
"In this battle, two visions for solving the crisis will be confronted, so let's compare," he said.
"Is the problem with the immigrants or is it with the bankers? For us, it's the bankers."
Ms Le Pen dismissed Mr Melenchon's bid as a "secondary phenomenon".
French voters will elect a new National Assembly (lower house) in a two-round election, on 10 and 17 June.
FernanV
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Posted on 1430 May 2012 by FernanV in Top Stories
A recent study commissioned by Citigroup, and conducted by the Economist Intelligence Unit, found New York to be the most competitive city in the world, edging out London for the top honour.
What's behind New York City's success?
Mayor Michael Bloomberg recently wrote that "talent attracts capital far more effectively and consistently than capital attracts talent".
To draw that talent, New York City has taken a multi-level approach: improving quality of life, investing in the future with development and infrastructure, and encouraging innovation and economic competitiveness.
We've also created a pro-growth, pro-business environment, making it easier than ever to start, operate, or grow a business in New York City.
New York City's 200,000 small businesses employ more than half of our private sector workforce and are a critical component to the city's economic vitality.
To encourage small business growth, the mayor created the Department of Small Business Services (SBS) in 2002, the first agency of its kind dedicated to serving New York City's small businesses.
Our agency was tasked with developing a blueprint for how to best serve small businesses, so we went straight to small business owners and asked what they need.
Accessing capital, business courses and training, and navigating government regulations were at the top of the list. To address these needs, we built a set of services called NYC Business Solutions.
Today, there are NYC Business Solutions Centers located in all five boroughs of New York City, providing services at no cost to entrepreneurs and businesses of any size and at any stage. Business owners can find everything from help getting a loan to pro-bono legal assistance to marketing courses.
And it's working. In 2011, NYC Business Solutions provided 12,600 services to 7,600 entrepreneurs and business owners in all five boroughs of the City.
We helped 650 customers access 800 financing awards totalling $39m (£24m). We connected 445 small businesses with pro bono legal services, saving them an average of $1,280 in fees.
Since 2009, 2,000 entrepreneurs have enrolled in our free entrepreneurship courses: FastTrac NewVenture and GrowthVenture.
From the NewVenture course 36% of alumni launched a business within six months of completing the program, and 61% of GrowthVenture alumni grew their business by increasing revenue or hiring employees within six months of completing the program.
Regulatory requirements are vital for consumer protection. But cutting through the red tape can be a significant obstacle to small business growth.
So, we created NYC Business Express, an online, one-stop resource where entrepreneurs can quickly and easily learn about licenses, permits, and other government requirements for doing business in New York City.
NYC Business Express allows entrepreneurs to run their businesses without spending valuable time waiting in lines and filling out duplicate paperwork.
The mayor also launched the New Business Acceleration Team to coordinate and streamline inspections from different agencies, saving many new businesses valuable time.
We are also helping to develop talent through workforce development. The mayor integrated the Department of Employment with SBS to create a demand-driven workforce system that compliments our business services.
The Department of Employment had only been placing 500 people a year into jobs. Under our new model, we are placing more than 35,000 New Yorkers into jobs via 15 career centres across the five boroughs, and partnering with public libraries, community organizations, and academic institutions to reach even more people with our services.
We also have a program called Training Funds where we co-invest with businesses to train employees for increased skills, efficiency, and wage gains.
In order to attract customers, businesses need clean, safe, and marketable neighbourhoods.
New York City's 67 Business Improvement Districts (BIDs) are public/private partnerships that provide supplemental services like sanitation, security, marketing, beautification, special events and more to make the City's commercial corridors great places to live, work, and enjoy.
The Bloomberg administration has overseen the creation of 23 BIDs, many along smaller commercial corridors, and 20 in the four boroughs outside of Manhattan.
New York is a city of neighbourhoods: 300 exciting, unique, and diverse communities that attracted 50.5 million tourists in 2011, including more than a million from the UK.
So the next time you come to New York, visit a new neighbourhood and support a small business.
Stop by Cheryl's Global Soul in Brooklyn for some home-style comfort food. Buy a new suit at Rothman's in Union Square. Check out a show at the Pregones Theatre in the Bronx, or dine at one of our many Indian and Latin American restaurants in Jackson Heights, Queens.
As the Big Apple, New York City's core depends on successful small businesses, a trained workforce, and thriving neighbourhoods.
FernanV
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Posted on 1417 May 2012 by FernanV in Top Stories
A associação que representa as maiores companhias aéreas dos Estados Unidos solicitou que o governo do presidente Barack Obama tome medidas contra a União Europeia, numa tentativa de acabar com o mercado de créditos de carbono no bloco.
Agence France-Presse/Getty Images
Connie Hedegaard, comissária para ação climática da UE, numa visita recente a uma fazenda experimental de soja em Planaltina-DF.
A associação de lobby Airlines for America abandonou seu próprio processo contra a UE e pediu que o governo apresente queixa através da Organização da Aviação Civil Internacional, um braço da ONU.
O pedido ocorreu ao mesmo tempo em que a comissária para ação climática da UE, Connie Hedegaard, chegou em Washington para conversar com o governo e as companhias aéreas, em meio à briga diplomática crescente entre o bloco e seus maiores parceiros comerciais.
Os EUA já disseram que pretendem tomar “ações apropriadas” se a UE continuar com sua abordagem, enquanto outros países aparentemente também já iniciaram medidas retaliatórias, sendo que a Airbus alega que a China está retendo bilhões de dólares em compras de aviões.
As autoridades chinesas não confirmaram a iniciativa, mas, assim como vários outros países, elas já levantaram a possibilidade de retaliação.
Hedegaard disse, numa entrevista ao The Wall Street Journal, que a China está exagerando na reação às novas exigências, e citou estimativas externas de que as companhias aéreas do país teriam de pagar apenas 1,9 milhão de euros (US$ 2,5 milhões) este ano para cumprir o programa de créditos de carbono da UE.
“Começar uma guerra comercial por causa de 1,9 milhão de euros, sendo você a China[...]“, disse ela, acrescentando que as partes envolvidas devem refletir sobre a “proporção” do dinheiro em jogo. As pessoas que podem pagar voos de longa distância entre a China e a Europa “também podem arcar com os custos da própria poluição”, acrescentou.
Adversários do sistema da UE têm discutido há muito tempo apresentar queixa à OACI, e a relutância da UE em abandonar o programa, apesar das críticas generalizadas, levou-os agora a apelar para a justiça.
“Os EUA sempre deixaram claro sua oposição”, disse Nancy Young, vice-presidente de assuntos ambientais da Airlines for America. “Achamos que a atitude mais apropriada é questionar [o sistema], de acordo com o Artigo 84 da Convenção de Chicago”, acrescentou.
O Departamento de Estado dos EUA não quis comentar, mas congressistas já pressionaram o governo a adotar medidas concretas. O Comitê de Transportes da Câmara marcou para quarta-feira uma audiência sobre o sistema de créditos de carbono.
A Convenção de Chicago, firmada em 1944, estabeleceu boa parte dos regulamentos atuais da indústria de aviação internacional, incluindo restrições sobre o que os governos podem impor às companhias aéreas de outros países.
Oponentes do Sistema Comercial de Emissões da UE, que foi expandido em 1o de janeiro para incluir as companhias aéreas, sustentam que ele ultrapassa a autoridade do bloco, ao impor custos para as aéreas internacionais.
O sistema obriga todas as companhias, inclusive as que têm voos internacionais, a comprar permissões para cobrir o dióxido de carbono emitido pelo pouso e decolagem do avião nos aeroportos da região.
O sistema é o principal pilar da política ambiental da UE, concentrada em determinar um preço para as emissões de dióxido de carbono e limitar o número delas. O objetivo é encorajar as empresas a investir em tecnologias mais limpas para reduzir as emissões no longo prazo, evitando a obrigação de comprar mais licenças para emitir mais dióxido de carbono.
Um crédito negociado no sistema dá ao portador o direito de emitir uma tonelada de dióxido de carbono.
A UE já disse que não planeja suspender o sistema para o setor aéreo civil, embora Hedegaaard tenha escrito para a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, no início do ano, para afirmar que o bloco continua disposto a isentar as companhias aéreas americanas, se elas passarem a enfrentar outras medidas de redução das emissões de carbono.
Hadegaard disse na terça-feira que a UE estaria aberta a um plano da indústria para cortar emissões, sob os auspícios da OACI, mas criticou as companhias aéreas por ficarem adiando.
“Tudo bem, vamos criar um sistema mundial, mas não pode levar 100 anos para isso ficar pronto dessa vez,” disse ela.
(Colaborou Keith Johnson.)
FernanV
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